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Baralho Literário
K
Ela franziu a testa e pareceu ter experimentado uma metamorfose, transfigurando-se num bagulho mais esquisito do que o Steven Tyler, o vocalista do Aerosmith. Suponho que, no planeta dela, era o modo usual de manifestar contentamento.Clicando aqui, você assiste ao vídeo com animação digital
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O professor de matemática era da espécie que carregava uma atmosfera condutora de ares provenientes de umas duas ou três décadas anteriores ao meu nascimento, realce do arquétipo que marcha com uma régua na mão e calça galochas em dias chuvosos. E, por mais que nos empenhemos, não conseguimos imaginá-lo frequentando um toalete.Clicando aqui, você lê o conto completo
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– Você não pode falar muito. Seu nome é Marcelo. Já se esqueceu do “Rap do Marcelinho”?
– Esqueci... e essa música foi apagada da memória coletiva.
– Mas eu não esqueci, viu? “Falam do Marcelo coisa bem profunda / Casou pra disfarçar / Só pra descansar a bunda / Solta essa franga, Marcelo / Solta essa bicha, menino / Que bom ser do babado / Ser bicha é divino. Tu é gay que eu sei!”.
– Obrigado por desenterrar.Clicando aqui, você lê
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