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Baralho Literário
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Sendo eu muquirana pra cacete, vendi o livro pra minha mãe. Depois concluí que teria sido mais elegante embrulhá-lo e guardá-lo pra presenteá-la no dia das mães. A economia seria a mesma, entretanto, com fineza, poupando-me de cair na grosseria.

Cafona, ingênuo, lunático e mão de vaca, tudo bem, eu posso ser. Mal educado, não.Clicando aqui, você lê o texto completo
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Nesta manhã, por exemplo, eu não sei por quê, assim que acordei, havia uma borboleta azul no meu quarto. Eu poderia, caso quisesse, apressar-me em encontrar uma resposta para tal excentricidade. Qualquer bobagem facilmente tragável que fizessem os meus olhos pararem de arder e lacrimejar por serem alvejados e ofuscados por tão frágil e inocente beleza, tão pura e tão terna.Clicando aqui, você ouve a crônica para rádio
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Vagarosos são os passos
Já fumei mais de dois maços
Envenenando todo o meu ser
Até a alma, não quero crer.

Não creio
Abomino
Que encontrei o
Meu destino.Clicando aqui, você ouve a música
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