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Baralho Literário
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Aos dezoito anos, eu ainda acreditava que os adultos eram capazes de ensinar coisas interessantes aos jovens. Depois de tantos calendários trocados na parede da cozinha, eu penso: "Caramba, cara! Você tinha dezoito anos ou cinco?". "Você já era bem grandinho para ter uma visão ilusória desse jeito. Nunca ouvira falar em corrupção, por exemplo?". "E você não era uma menininha para enxergar o universo tão cor-de-rosa assim!".Clicando aqui, você lê
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Dizem que não devemos colocar a Vagina num pedestal. Lidar com a Vagina como algo trivial e corriqueiro é a melhor estratégia pra preservá-la como sua. Se dermos muita importância a Ela, perdê-la-emos, pois a Vagina odeia ser idolatrada como Deusa com tanta chatice. Então, a partir de agora, chamá-la-ei de vagina – com letra minúscula – pra ver se conservo a próxima com a qual tiver algum affair.Clicando aqui, você ouve a crônica para rádio
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Os detestáveis dispositivos, que foram essenciais pra continuidade da presença humana no globo terrestre até o instante atual, responsáveis pela vulga "lei da boa vizinhança", não me deixarão ressonar os meus "decibélicos" roncos noctâmbulos em paz. Eu não sou cem por cento ateu. Mesmo que seja ínfima a possibilidade de haver um Deus, vai que o calhamaço milenar seja fidedigno... Deus me livre!Clicando aqui, você lê a crônica completa
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