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Baralho Literário
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Uma fêmea com uma constituição carnal luxuriosa estacionou o seu Citroën C3 vermelho e adentrou o banco. Passei ao lado do automóvel e avistei a obra "Capitalismo, Socialismo e Democracia" do economista austríaco Joseph Schumpeter no assento traseiro. Cri que já tinha com quem conversar na fila. Ingressei no ambiente devagar e posicionei-me bem atrás dela. Engraçado... aquela roupa não combina com quem lê Schumpeter.Clicando aqui, você lê
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K
Contava o catedrático da velha guarda que, na época do regime militar, um aluno, descontente com a sua nota na prova bimestral, vingou-se dele, denunciando-o como comunista para o DOI-CODI (aliás, esse nome DOI-CODI soa como algo tão intelectual, mas se é coisa de polícia, não pode ser intelectual).Clicando aqui, você ouve a crônica
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A
– Segundo Jean de La Bruyère, “não há no mundo exagero mais belo que a gratidão”.
– Você está usando uma frase de um moralista para pedir-me uma coisa imoral dessa?
– É dialética.
– Mingau, isso não está certo.
– Vai te catar, sua “caga-regras”.
– Agora sim você me convenceu. Odeio ser “caga-regras”. Fica mais atrás da árvore, então.Clicando aqui, você lê o texto completo
A
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