Baralho Literário




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Parafraseando Raul Seixas, saí pela tangente, disfarçando uma possível estupidez. Ao retirar-me do recinto, observei que a sumidade abandonara, em cima do balcão, uma revista Caras. De maneira evidente, era um objeto pessoal dela, pois a loja não comercializava esses excrementos.Clicando aqui, você assiste ao vídeo com animação digital
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Um filé à parmegiana nadando no molho suculento não chegava nem próximo da satisfação pessoal de supor-me compreendido, mas eu não estava em condições de exigir mais que isso... pelo menos na meia hora que viria a transcorrer. Ao levar o talher à boca, minha brincadeira de fingir que o garçom era minha babá foi interrompida por uma porrada na nuca que fez o garfo espetar o meio do meu nariz.Clicando aqui, você lê o texto completo
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Perdi a minha namorada e todo o meu acervo literário – o último, temporariamente, assim espero – mas não perco o vício de tentar achar, tipografados, despejados em papéis que, um dia – assim como eu – ao pó irão retornar, ensinamentos da salvação, que me apontem rumos inexplorados pra redirecionar a minha dispersa existência na Terra.Clicando aqui, você assiste ao vídeo com animação digital
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