Baralho Literário




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Ao levar a xícara à boca, olho para o infinito. Materialmente, a suposta amplidão é bloqueada por uma parede com cartazes repletos de mulheres e cervejas, mas minha psique transpassa-a. Sou livre.
(Trecho da crônica "O estadista, o mendigo e o poeta")
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Soltei a revista no ar e entreguei-a aos caprichos da Lei de Newton. Chocado, recuei pisando três vezes pra trás e saí do edifício a passos largos, andando ligeiro, quase correndo. Na rua, bem no acesso da instituição financeira, como se lixo fosse, tropecei no clássico do Dale Carnegie: “Como fazer amigos e influenciar pessoas”. Com todo o respeito que esta publicação do início do século XX merece, eu preferiria...Clicando aqui, você ouve
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Se você fizer isso, eu vou dar muita risada e vou gostar muito. Vai ficar lindo. Você com essa cara toda séria batendo o pezinho. Mas infelizmente, nesse caso, não poderá doar sangue, pois, infelizmente, existe uma portaria que proíbe gays de doarem sangue. Mas eu sei que você não é, não precisa olhar pra mim bravo desse jeito. Você fica engraçado bravo. Vai lá doar o sangue. Você é sangue bom em todos os sentidos.Clicando aqui, você ouve a crônica para rádio
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