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Baralho Literário
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Aspirava livrar-me daquele bicho de pelúcia que germinou nas minhas bochechas.
Biologia não me apetece, mas, quando ia num mutilador de penugem, clamava a palavra “mitose” com a voz empostada no mais forte tom.
– Faz minha barba aí, seu Luiz.
– O que é que é, meu fio?
– FAZ MINHA BARBA AÍ, SEU LUIZ!!!
– Aaaaah… entendi.Clicando aqui, você assiste ao vídeo com animação gráfica
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Q
– Moça, tem livro do Donald Trump?
Ela digita no sistema de busca apenas a palavra que conhece a grafia, que, obviamente, é a primeira. Nos resultados, somente links pra Pato Donald.
– O livro que você procura é da Disney, moço? – interrogou-me, quase zurrando.Clicando aqui, você lê o texto completo
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Claro que eu era consciente de que pelas ruas trafegavam ladrões, tarados e gente mau caráter de qualquer ordem, mas eu interpretava isto como um macrocosmo paralelo, algo deste tipo. Um sujeito de cabelos brancos e dobras na face que indicavam o prazo fluído de estada em seu tronco carnal, a meu ver, era uma versão corpórea do museu do Ipiranga que eu fiquei encantado em percorrer aos sete anos de vida.Clicando aqui, você lê
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