Baralho Literário




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Na rua, bem no acesso da instituição financeira, como se lixo fosse, tropecei no clássico do Dale Carnegie: “Como fazer amigos e influenciar pessoas”. Com todo o respeito que esta publicação do início do século XX merece, eu preferiria ter encontrado o livro “Como desfrutar vaginas fazendo-se de surdo”.Clicando aqui, você lê o texto completo
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– Moça, tem livro do Donald Trump? – indago à balconista.
Ela digita no sistema de busca apenas a palavra que conhece a grafia, que, obviamente, é a primeira. Nos resultados, somente links pra Pato Donald.
– O livro que você procura é da Disney, moço? – zurrou a loira.
Devo responder o que eu tenho vontade ou ser simpático?
Esquece o Trump. Nunca aprenderei a ficar milionário lendo as teorias dele. Só vou ajudá-lo a enriquecer mais.Clicando aqui, você lê
Ela digita no sistema de busca apenas a palavra que conhece a grafia, que, obviamente, é a primeira. Nos resultados, somente links pra Pato Donald.
– O livro que você procura é da Disney, moço? – zurrou a loira.
Devo responder o que eu tenho vontade ou ser simpático?
Esquece o Trump. Nunca aprenderei a ficar milionário lendo as teorias dele. Só vou ajudá-lo a enriquecer mais.Clicando aqui, você lê
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Fingimos que nos interessamos pelos outros e somos bem-sucedidos neste talento. É claro que se pode quebrar a regra ao estruturar-se textualmente construções gramaticais que envolverão com simpatia quem lê, afinal o receptor estava ávido pela sensação de alívio que lhe é proporcionada: o encontro com dizeres sinceros que ele sempre carregou dentro de si e que nunca foram verbalizadas.Clicando aqui, você lê a crônica completa
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