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Baralho Literário
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Não havendo nenhum outro carro na estrada, o caminho parecia estar aberto. Se num passado próximo ainda era hora de plantar as sementinhas da esperança, chegara o tempo da colheita. Todos os sonhos de menino concretizavam-se. Pra bater aquela adrenalina de uma sensação única que nunca mais seria repetida, durante as décadas em que ele permaneceria neste mundo, era só aumentar o volume do rádio e olhar pro sol.Clicando aqui, você lê
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A
– Ah, eu sei, você terminou o seu namoro.
– Por que todo mundo tem que saber da minha vida?
– Não sei. Talvez porque você escancare a sua intimidade escrevendo as suas crônicas em primeira pessoa, seria isso?
Acho que eu prejulguei mal a moça. Ela não era tão burra assim. E sabia provocar com ironias.Clicando aqui, você ouve a crônica
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Sinto-me molhado… Mijando na cama nessa idade? Não, eu não mijei na cama. Isso é sangue proveniente do meu fiofó. Eu estou com um problema de hemorroida e um consequente sangramento anal. Vamos ao médico, então… Fiquei com vergonha de falar, durante a triagem, que eu estava “conversando com o chinesinho”, o “Ku Shai Shang”. Logo, estava eu na sala de uma linda médica.Clicando aqui, você ouve a crônica
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