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Biscoito da Sorte
Aceita um biscoito da sorte? É só clicar e descobrir a surpresa que tem dentro dele pra você!
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E o mérito não é só do sobrinho transviado, é do cunhado viado do seu Ayrton também. Um importante elo da economia que prostitui o seu corpinho masculino nos semáforos da rua Rego Freitas e tem o poder de transferir renda do bolso de grandes advogados, que apreciam o universo do prazer transex, pras contas bancárias das lojas de grife homossexual. Viado e transviado estão contribuindo economicamente a todo vapor.

Esta minha masturbação mental fez-me esquecer os dois oragos do povo, que não mais proseiam elegantemente e bebericam seus cafezinhos na longeva padoca. As cortinas fecharam-se, seus lugares foram ocupados por outros paulistanos e os três trabalhadores braçais não estão mais boquiabertos e podem cuidar de seus afazeres mais familiares e úteis.
(Trecho da crônica para rádio "As duas últimas Coca-Colas do deserto")
Clicando aqui, você ouve a crônica
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E, se você ousar discordar de mim, eu sinto vontade de meter uma bala no meio dessa sua testa. E só não o faço porque – mesmo que as leis dos mortais não me peguem – a minha maldita mente foi desafeiçoada com os inconvenientes genes do sofrimento pela dor alheia. Estes detestáveis dispositivos, que foram essenciais pra continuidade da presença humana no globo terrestre até o instante atual, responsáveis pela vulga "lei da boa vizinhança", não me deixarão ressonar os meus "decibélicos" roncos noctâmbulos em paz. Só por isto. Ah, e também porque eu não sou cem por cento ateu. Mesmo que seja ínfima a possibilidade de haver um Deus, vai que o calhamaço milenar seja fidedigno... Deus me livre!Clicando aqui, você lê a crônica completa
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Palavras do pregador, filho de Davi, rei em Jerusalém.

Vaidade de vaidades, diz o pregador, vaidade de vaidades! Tudo é vaidade.

Que proveito tem o homem, de todo o seu trabalho, que faz debaixo do sol?

Uma geração vai, e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece.

Nasce o sol, e o sol se põe, e apressa-se e volta ao seu lugar de onde nasceu.

O vento vai para o sul, e faz o seu giro para o norte; continuamente vai girando o vento, e volta fazendo os seus circuitos.

Todos os rios vão para o mar, e contudo o mar não se enche; ao lugar para onde os rios vão, para ali tornam eles a correr.
(Trecho do livro bíblico Eclesiastes)
Clicando aqui, você ouve o podcast sobre o Livro Eclesiastes. Nele, Marcelo Garbine Mingau Ácido e sua turma debatem – com bom humor – sobre o livro mais polêmico da Bíblia
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– Você não vai perguntar o meu nome.

– Acho que não. Não quero estragar o momento. De repente o seu nome é Aparecida, Elza, Dolores ou qualquer coisa dessas anti-tesão.

– Não, pode ficar tranquilo. Tenho um nome comum, do tipo Rafaela, Patrícia, Viviane… coisa assim.

– Mesmo assim não seria bom. Depois de oito latinhas, eu preferiria que o seu nome fosse Tíffany, Natasha, Mel… algo dessa linha.

– Meu nome é Anne Gabrielle.

– Com dois enes e dois eles?

– Sim.

– Oba, esse é bom: nome duplo, ambos com letras duplicadas e terminando forçosamente com os excêntricos “Es” ao invés dos consuetudinários “As”. Perfeito.Clicando aqui, você lê o texto completo
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Onde está a bela tarde de sol
Prometida pelo garotinho de três anos?
A esperança parou no farol
E os sonhos viraram profanos.

Quem me dera voltar ao passado
E pedir desculpas ao garotinho
Que estará no canto isolado
Chorando bem baixinho.

Não sei se ele irá perdoar o meu furo
E não deixa de ter toda a razão
Afinal, estraguei seu futuro
Como a má rima estraga o refrão.Clicando aqui, você lê a poesia completa
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Políticos ladrões são facilmente digeridos pelo aparelho digestivo dos brasileiros, mas arrogância não!

A arrogância estraga tudo. Pode levar a minha carteira, mas não olhe no fundo dos meus olhos e me diga que és um excelente trombadinha. Isso ninguém admite.

Até os artistas brilhantes e as mentes acima da média perdem o encanto quando um homem deixa a altivez do ego subir à cabeça e emite, desdenhosamente, aquele sorrisinho soberbo. Ninguém suporta.

Vicente Viscome fez isto. Após conseguirem, heroicamente, barrar mais uma abertura da CPI da máfia dos fiscais, todos os malandros vereadores quedaram-se humildes, menos o senhor Vicente Viscome, que começou a gargalhar adoidado e fazer gestos obscenos no meio do plenário.

Aquela imagem foi exaustivamente reprisada em câmera lenta e o paulistano médio ficou com sangue no zóio.Clicando aqui, você ouve a crônica