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Biscoito da Sorte
Aceita um biscoito da sorte? É só clicar e descobrir a surpresa que tem dentro dele pra você!
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Apegado às experimentações passadas, ao bolar a recreação geek, o inventor fez questão de programar todos os detalhes para homenagear os camaradas de escola. Cada criança que brincou na Lua foi lembrada num fragmento do jogo cujo número fora selecionado caprichosamente de acordo com a ordem de acesso à réplica do satélite na última ocasião em que estiveram lá. Posteriormente ao nocaute do xinguzinho, nunca mais voltaram ao terreno irregular.

E, como nesta oportunidade, foi o Bolívia o quinto membro da galera a meter-se para dentro do recinto clandestino, a ele coube a fração de cartolina número cinco. Contudo, atribuiu as honras do seu jeito galhofeiro. Sacaneou todos, principalmente o indiozinho. Ele sempre riu por achar que Pablo tinha cara de filhote de pintassilgo. Queria fazer uma caricatura do boliviano misturada com o pássaro. Mas, em virtude da ave típica da Nova Zelândia ser o Kiwi, optou por fundi-lo com o espécime da fauna da região para manter a coerência do tema do jogo.Clicando aqui, você lê o conto completo
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Em meados do mês de novembro de 1985, época em que o natal começa a permear a fantasia coletiva, a professora de artes pediu a nós, crianças de oito anos que cursavam a segunda série, que desenhássemos o Papai Noel. Seria realizada uma votação, entre os próprios alunos, para decidir qual dos desenhos era o mais bonito.

Nunca fui hábil na técnica de contornar figuras manualmente, por isso não dei muita importância àquela tarefa.
(Trecho da crônica para rádio "O que eu aprendi com o Papai Noel")
Clicando aqui, você ouve a crônica
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– Eu posso examinar você?

– Pode, né…

Deitei de bruços, na maca, conformado, achando que esse era o auge da humilhação que eu teria de passar naquele dia. Doce ilusão…

– Você se incomoda se eu chamar a minha colega para que ela me ajude a examinar você?

Ela tomou o meu silêncio como um sim…

A sensação de ser o protagonista de um circo de aberrações não acabou por aí. Ainda havia o encaminhamento para o proctologista… De novo, de bruços, na maca… que merda…
(Trecho da crônica para rádio "Cheguei ao cume do sucesso!")
Clicando aqui, você ouve a crônica
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Palavras do pregador, filho de Davi, rei em Jerusalém.

Vaidade de vaidades, diz o pregador, vaidade de vaidades! Tudo é vaidade.

Que proveito tem o homem, de todo o seu trabalho, que faz debaixo do sol?

Uma geração vai, e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece.

Nasce o sol, e o sol se põe, e apressa-se e volta ao seu lugar de onde nasceu.

O vento vai para o sul, e faz o seu giro para o norte; continuamente vai girando o vento, e volta fazendo os seus circuitos.

Todos os rios vão para o mar, e contudo o mar não se enche; ao lugar para onde os rios vão, para ali tornam eles a correr.
(Trecho do livro bíblico Eclesiastes)
Clicando aqui, você ouve o podcast sobre o Livro Eclesiastes. Nele, Marcelo Garbine Mingau Ácido e sua turma debatem – com bom humor – sobre o livro mais polêmico da Bíblia
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Quer beber água quem comeu sal
Já lancei uma pá de cal.

Sobre tudo o que passou
Meu time nunca marcou gol
Não tenho time nem guarda-sol
Odeio crimes e futebol.
(Trecho da letra da música "Cavernas do Coração")
Clicando aqui, você ouve a música
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Ainda quando eu estou atrasado para o trabalho, com muita pressa, não abro mão do meu ritual matutino diário de tomar café, na padaria. Considero primordial ver gente, mesmo tendo as minhas questões a solucionar e as minhas peculiaridades.

Enquanto levo a xícara à boca, olho para o infinito. Sim, infinito. Materialmente, esta suposta amplidão pode estar bloqueada por uma parede, com cartazes repletos de mulheres esbeltas e cervejas, mas a minha psique espectral transpassa-a.

Sou livre. E mesmo envolto em minhas quimeras, a visão periférica encarrega-se de capturar as demais insignes e seus respectivos desígnios.
Trecho do texto "O estadista, o mendigo e o poeta"
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