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Biscoito da Sorte
Aceita um biscoito da sorte? É só clicar e descobrir a surpresa que tem dentro dele pra você!
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E agora o que me resta
É ver justiça no país meu
E numa cela fria
O Lula junto com o Zé Dirceu!


A Dilma cai, democracia vence!
PT se vai, democracia vence!
E pro PT
Um roubo a mais não faz mal.Clicando aqui, você ouve a música
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– E que tríade vem a ser essa, meu poeta?

– As coxas de outras moças, o ronco noctâmbulo e a flatulência.

– E o momento único do encanto da poesia?

– Ele existe, mas não é cerceado pelos disparos advindos dos corpos que se entrelaçam, desejando-se e consumando-se. O exercício das ações genuínas não é abjeto.
(Trecho do texto "O limiar da compreensão que veio com o hálito")
Clicando aqui, você assiste ao vídeo
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Vinte e um de dezembro de dois mil e doze. Em algum lugar de um universo paralelo, o mundo acabou. Tenho apenas uma mochila pra colocar nas costas e sair atrás de um local habitável. Quais pertences meus levarei?

Nenhuma Coca-Cola na geladeira? Nenhum cigarro em cima da escrivaninha? Isto é realmente o fim do mundo, no sentido figurado e no sentido literal.

Já que não tenho estes principais itens pra botar na minha velha bolsa, lembro-me que nela não pode faltar o macaquinho Chico, meu brinquedo preferido de infância, que ganhei quando tinha três aninhos.

Encardido e com um nó cego no rabo, que nunca mais consegui desatar, ele foi o meu companheirinho de todas as horas. Foi ele quem me consolou nos instantes mais difíceis da adolescência, quando namoros foram terminados e paixões, perdidas.
(Trecho da crônica para rádio "O fim do mundo")
Clicando aqui, você ouve a crônica
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Dia já raiou
Olhos abrem
Levanto ou...
Nunca se sabe.

Estico as pernas, então
Cavernas no meu coração
(Trecho de uma das letras de música de Marcelo Garbine gravada pela Banda Lyra Azul)
Clicando aqui, você ouve as três músicas na sequência
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Rasguei o livro, quebrei a parede

Sua escassez me desatina

Você não mata a minha sede

Vê se me entende, vê se me ensina.
(Poesia de Marcelo Garbine que foi declamada por quatro amigos)
Clicando aqui, você assiste ao filme
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Sou malandro do bem
Vivo em paz, vivo zen
Sempre penso além
Amém, oxalá.

Sai pra lá todo mal
Etcétera e tal
Vou subir um degrau
Pra poder cantar.

A verdadeira malandragem é pensar
Que se faz hoje e amanhã receberá.

Sou do tipo cara esperto
Que só faz o que é certo
Com nome a zelar.

E recebo a recompensa
Bons amigos, vida intensa
E o amanhã virá...Clicando aqui, você lê a letra de música completa