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Biscoito da Sorte
Aceita um biscoito da sorte? É só clicar e descobrir a surpresa que tem dentro dele pra você!
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O fluxo rítmico da moça sacudia diretamente dentro da cacholinha de sua cacholinha confusa. Se para ele já era um incômodo a arte e a desenvoltura talentosa de sua amada, muito mais se acentuava o desalento quando executadas naquele covil gângster.

O chefão indecoroso mencionou um encontro que tivera com o rapaz, naquele mesmo lugar, há aproximadamente dois meses, que, por suas contas, calhou na véspera do desvendamento de seus rastros. O moço não tinha lembrança do evento e muito menos de ter demonstrado contentamento pela mesma atração, conforme rememorou o contraventor, ao interpretar erroneamente o assombro dele. A alusão fez o rapaz conceber a justificativa de sua tormenta que culminou no acidente. Atordoado, lançou mão de todas as concordâncias pertinentes para que o ancião deixasse-o partir em paz.

Ao engatar a marcha ré e acelerar por alguns metros, viu a suntuosa edificação diminuir de tamanho em relação à distância que tomava. Era uma espécie de despedida proporcionada pelo vislumbre da última imagem necessária para assentar a certeza de que era a ocasião cabida do ponto derradeiro. Os acontecimentos haviam enveredado por meandros que garantiam não restarem dúvidas de que os eixos dos valores mais essenciais foram abalados.Clicando aqui, você lê o conto completo
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As semanas que se sucederam escorreram como areia entre os dedos. Recobrada sua conduta socialmente aceitável, rapidamente, o dia da bizarrice foi completamente esquecido pelos executivos. A repetição de suas maneiras normais, salvaguardou o apreço que mantinham por ele.

Novos projetos de trabalho vieram ao escritório. Conhecedor que agora era de seu íntimo, quis ir além de seus atributos como líder do departamento de propaganda. Empolgado, recebeu autorização para realizar tarefas de campo, desviando-se de sua função.

Chamou a atenção da revista Piacgazdaság o crescente turismo de Budapeste. Uma onda excursionista, principalmente oriunda da Sérvia, da Romênia e de outros países convizinhos do leste europeu, tomou conta da Hungria. Uma reportagem acerca deste fenômeno mercadológico seria publicada e ele, investido na fase atual de sua carreira, assumiu a dianteira, e foi entrevistar o presidente da empresa promotora de eventos responsável pela ascensão deste nicho.Clicando aqui, você lê o conto completo
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Sabe… eu nunca fui o tal. Tenho cara de nerd e, assim como Herbert Vianna, eu uso óculos... óculos... Desculpa esfarrapada de quem batalha pra caramba com o propósito de alcançar – em média – o fim de um trimestre com o saldo de apenas umas quatro vaginas consumadas.

Tanto sacrifício pra, finalmente, comemorar: "CONSUMMATUM EST!". E, com muita sorte, poder, às vezes, gritar: "CONSUMMATUM EST OEST!". Piadinha pseudo-intelectual que só os leitores que conhecem um pouquinho de latim ou da bíblia vão entender. O Google tá aí. Se vira, nego.

No início, fiz cara de coleguinha pegador, mas, em seguida, suei frio e o meu sorriso amarelo acabou denunciando que eu não passava de um cabação.

Quem aqui assistiu ao filme “O virgem de quarenta anos”? Bom… não chego (graças ao bom Deus) ao extremo estado virginal do personagem do grande ator Steve Carell, mas, perante a revelação do Hare Krishna comedor, eu me senti humilhado. Que bosta!

O cara me contou que pegava de oito a nove mulheres por semana! Que condição distante da minha realidade!

"Oh, vidinha besta, sô!" – como dizia o meu finado vozinho.Clicando aqui, você lê o texto completo
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O sol, agora, é meu amigo
No rol das coisas que eu consigo
Bemol: um tom baixa na lira.

Eu via que esse dia ia chegar
E cria que eu ia gostar
Bom dia! Minha querida Lyra.
(Trecho da letra da música "Bom dia, Lyra!")
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Mas ainda restava uma esperança: o culto titular da cadeira de língua portuguesa, um respeitável senhor septuagenário a quem os alunos atribuíram a alcunha de "mestre dos magos". Ele usufruía de um comportamento enigmático, tamanha era a sua perícia em articular narrativas acerca de costumes arcaicos memoráveis para nortear as novas gerações. Tantas pronúncias belas expressou o catedrático que – não sei se ele notou – eu o elevei à categoria de "meu guru". Eu necessitava mesmo de um mentor. Carecia deparar-me exteriormente com o modelo que eu não tinha em casa. Por isto, optei crer que ele só não lia as minhas redações extras por absoluta falta de tempo e para evitar sugestionar-me e comprometer o meu estilo literário. E ele ainda esmerava-se no cuidado para não me deixar chateado. Fingia que lera os meus textos e fazia comentários genéricos, afirmando que gostou do que eu escrevi e que eu estava melhorando, mesmo quando inseri uma receita de bolo na folha pautada. E que importância isto tem? Tudo era por uma causa justa: não me entristecer e incentivar-me. Pelo menos, esta era a minha fé. E tão ferrenha era a minha convicção em sua índole superior que, uma vez, estando eu na fila do banco, ao vê-lo humilhar grosseiramente a mocinha do caixa, virei o rosto e aumentei o volume do meu walkman para preservar minha certeza.Clicando aqui, você lê o texto completo
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Eu não sou ignorante e nem tenho cérebro preguiçoso. Gosto de adquirir conhecimento em diversas áreas que são de meu interesse. Aprecio explorar o campo jurídico também, apesar da doutrina do direito não estar na lista das minhas disciplinas prediletas.

Imagine que eu chegue à minha casa cansado, depois de mais um dia de trabalho, depois de mais um leão morto, pois eu sou um assassino de leões. Mato um todos os dias.

Aí eu tomo o meu banho quentinho, como a minha jantinha, visto o meu pijama e preparo-me para uma merecida noite de sono. Mas, antes, eu vou relaxar um pouco porque eu não sou de ferro. Eu vou assistir a um filme. Então eu ligo o meu velho televisor de tubo de vinte polegadas.

O filme é envolvente. O enredo é intrigante. A estória é agradável. Os atores são sensacionais. Mas a imagem não está nada boa. Esta porcaria está com defeito. Eu vou ler um livro que eu ganho mais. Amanhã, eu levo esta geringonça ao conserto.
Trecho da crônica "Simplesmente, funcione!"
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