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Biscoito da Sorte
Aceita um biscoito da sorte? É só clicar e descobrir a surpresa que tem dentro dele pra você!
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Na cama eu sento, assim
Fresta e janela é um alento
A festa é bela, sim
Pelo menos nesse momento.

Mais do que zero
É o que eu espero de você
Sem lero-lero
Não vou ligar minha TV.

Quero saber:
Quem fechou esse registro
Sem água, sem você
Fica tudo tão sinistro.Clicando aqui, você lê a a letra de música completa
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Você queria aprender gramática e desistiu porque não está com vontade?

Isto é porque, além de desleixado, você também é um desinformado que não conhece o novo método didático do Mingau Ácido.

Este método consiste na leitura de crônicas de humor, fora do padrão convencional, que ensinam regras gramaticais, de um jeito que torna um pouco menos insuportável o que não descia pela sua goela.

Nesta crônica aprenderemos:

O que são palavras homônimas, homógrafas e homófonas?

“Que raios” fizeram com o tal do acento diferencial? Ele existe ainda depois da nova reforma ortográfica?
(Trecho do texto "O acento é do Pinto - Uma crônica de uma humor didática")
Clicando aqui, você assiste ao vídeo
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Eu me entretinha com o vapor que se formava à minha frente a partir do ar cálido que saía do meu nariz e da minha boca. O orvalho banhava as lindas flores que davam aquele colorido tão gostoso à paisagem. Cores vivas e gotículas são uma combinação perfeita para deixar a paisagem no ponto exato propício para as reflexões mais aprazíveis. Era como uma sala vazia que permitia exclusivamente a mim mobiliar ao meu gosto mais particular. Senti ser hora de interromper a caminhada e acomodar-me embaixo daquela árvore tão convidativa.

Katya Galassi nem suspeitava, mas estava ela em minha companhia, naquele instante tão íntimo. A presunção de sintonia confirmou-se. Eu estava profundamente alucinado com a sua escrita.
Após reler as poesias de Katya dezenas de vezes, iniciei a leitura de seus textos. Quando entrei no conto "Fabrica de Muñecas", finalmente consegui encontrar palavras para aliviar a minha ansiosa necessidade de traduzir a quentura que eu estava sentindo em meu coração...
Trecho do prefácio escrito por Marcelo Garbine para o livro "Entre Líneas Difusas" da escritora argentina Katia Galassi
Clicando aqui, você lê o texto completo
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Saí, enfim, daquela sala desgraçada e fui logo para o que interessava: a doação. Pensei que a minha expiação de pecados havia findado, mas logo que deitei na poltrona, senti aquela picada maldita na veia. Quase xinguei quem não tinha nada a ver com isso: a mãe da enfermeira. Soltei um “filha da…”, mas fiz uso das reticências e mantive o nível. Olhei para o crachá da vampiresca mulher e pude ler o seu nome: Geni. Quem vê o nome Geni e não lembra do Chico Buarque que atire a primeira pedra. Ou melhor, que atire a primeira bosta. Pois foi isso que aconteceu. Eu fiquei com vontade de jogar bosta na enfermeira que enfiou aquela merda de agulha no meu braço.

Fui embora daquele banco de sangue correndo mais do que barata de chinelo. Mas voltarei daqui três meses. Apesar de tudo, sei que a única forma de sentir uma satisfação plena é fazendo o bem. Só que não saía da minha cabeça a seguinte situação hipotética: imagina só, uma mulher que nasceu lá pelos anos de 1950, 1955, que foi agraciada com o nome de Geni e teve uma filha chamada Silvia. Nossa, meus queridos! Que família duplamente agraciada! A mãe teve a chance de ser bastante achincalhada em 1978. Aí veio os anos oitenta e foi a vez da filha. Que legal!Clicando aqui, você assiste ao vídeo com animação digital
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Minha ansiedade foi, finalmente, satisfeita. Numa cadeira de rodas disposta num canto escuro da sala, estava o homem que, segundo a matéria do jornal, havia conversado pessoalmente com a princesa Isabel.

Eu esperava vê-lo tomando um solzinho naquele dia em que não havia nenhuma nuvem num maravilhoso céu azul de maio, mas a minha empolgação era imensa e não dei muito valor à circunstância inusitada.

Começamos o diálogo com a arca de vivência em carne e osso.

Meu amigo, a namorada dele e eu cumprimentamos o idoso.

Mais do que depressa, eu me adiantei e fui perguntando:

– O que o senhor tem pra ensinar pra gente?

Olhando para o chão, o homem mais velho do mundo respondeu...Clicando aqui, você lê o texto completo
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Eu vi um velho bruxo
Sentado na calçada
Que levantou e disse
O conto de Alice.

Outro lado, espelho
Buraco do coelho
Rosas que eram brancas
Pintadas de vermelho.

Rainha tão maluca
Faz o que dá na cuca
As cartas do baralho
Pra casa um atalho.

O homem falou pra mim
Seguir o coelho branco
Corra até o fim
Nos matos e barrancos.Clicando aqui, você lê a poesia completa