Biscoito da Sorte
Aceita um biscoito da sorte? É só clicar e descobrir a surpresa que tem dentro dele pra você!


X
E, na circunstância de cansarmo-nos de tamanho narcisismo, expelimos nossos DNAs pra que possamos estimar outrem. O que não nos redime de nada porque este apego acaba sendo por um "segundo eu". Assim fica fácil amar o próximo. E, quando queremos criar afeição por qualquer porção de átomos vivos que não seja os nossos próprios DNAs, compramos um cachorro, uma criatura que corresponde com maior facilidade, quase não nos contraria e não quer ser mais do que nós. E, caso a natureza nos aborreça com o famigerado peso de consciência que faz sentirmo-nos "Richthofens", ainda temos o subterfúgio do plágio: imitamos o comportamento da afabilidade e levamos um órfão pra ingerir carboidratos num fast-food que reproduz a alegoria circense em quaisquer dos dias que antecedem a véspera de natal, já que na véspera em si, compartilharemos o sentimento original da benquerença com os nossos próprios ácidos desoxirribonucleicos.Clicando aqui, você lê a crônica completa


X
Olhos entreabertos ao despontar dos primeiros raios
Só óleo entre espetros a lacrimar os canteiros baios
Gotas que surgem macias numa verônica fria
Solta em penugem, descia, suma da crônica lia.
Enredo que ressonava somente dentro de mim
É medo que só me dava no epicentro do fim
Lembrança de infância, brinquedo de plástico partido
Criança em vacância, tão cedo, sarcástico estampido.
Só óleo entre espetros a lacrimar os canteiros baios
Gotas que surgem macias numa verônica fria
Solta em penugem, descia, suma da crônica lia.
Enredo que ressonava somente dentro de mim
É medo que só me dava no epicentro do fim
Lembrança de infância, brinquedo de plástico partido
Criança em vacância, tão cedo, sarcástico estampido.
(Trecho da transcrição da fala do filme "Mudaram as cores das rosas de Lúcia")
Clicando aqui, você assiste ao filme

X
Não havia vento nem mar
Pra ela mergulhar
Menina olhava ao redor
Estava pior.
O cheiro era forte, de mangue
Sem coisas mais belas
Renata olhava o sangue
Em suas canelas.
Por que você foi se cortar?
Santa inquisição
As esferas do seu colar
Rolando no chão.Clicando aqui, você lê a poesia completa
Pra ela mergulhar
Menina olhava ao redor
Estava pior.
O cheiro era forte, de mangue
Sem coisas mais belas
Renata olhava o sangue
Em suas canelas.
Por que você foi se cortar?
Santa inquisição
As esferas do seu colar
Rolando no chão.Clicando aqui, você lê a poesia completa


X
No dia seguinte, na assistência técnica, eu entrego o aparato eletrônico a um profissional especializado. Depois de rabiscar os seus garranchos num papelzinho com um número de quatro algarismos no alto da folha, a famigerada ordem de serviço, ele liga a televisão para ver qual é o defeito. Imagem vai, imagem vem, some, reaparece.
– O problema do seu aparelho é no canhão eletrônico.
– Na semana passada, eu já trouxe a minha televisão aqui. Talvez seja melhor eu comprar uma nova.
– Seu ignorante! Vai estudar, seu mentecapto! Na semana passada, o problema da sua TV era no par de bobinas!
– Mas eu acho que uma coisa deve ter relação com a outra. É improvável que um aparelho eletrônico apresente dois problemas distintos em tão curto espaço de tempo.
– Olha aqui, seu energúmeno, eu aceito ser contestado por pessoas qualificadas com opiniões coerentes. Tenho prazer em debater com quem pesquisa. A minha bronca é com ignóbeis retardados como você. Vai estudar, imbecil!
Parece surreal? Pois existe alguém assim. Só que ele não é técnico em eletrônica. Ele é um jornalista e discursa para uma audiência de milhares de destinatários num programa diário de rádio sobre política. E eu o ouço todos os dias. Não sou mulher de malandro, mas admiro o comunicador.Clicando aqui, você lê o texto completo
– O problema do seu aparelho é no canhão eletrônico.
– Na semana passada, eu já trouxe a minha televisão aqui. Talvez seja melhor eu comprar uma nova.
– Seu ignorante! Vai estudar, seu mentecapto! Na semana passada, o problema da sua TV era no par de bobinas!
– Mas eu acho que uma coisa deve ter relação com a outra. É improvável que um aparelho eletrônico apresente dois problemas distintos em tão curto espaço de tempo.
– Olha aqui, seu energúmeno, eu aceito ser contestado por pessoas qualificadas com opiniões coerentes. Tenho prazer em debater com quem pesquisa. A minha bronca é com ignóbeis retardados como você. Vai estudar, imbecil!
Parece surreal? Pois existe alguém assim. Só que ele não é técnico em eletrônica. Ele é um jornalista e discursa para uma audiência de milhares de destinatários num programa diário de rádio sobre política. E eu o ouço todos os dias. Não sou mulher de malandro, mas admiro o comunicador.Clicando aqui, você lê o texto completo


X
Ele inventou o carteado verniano. O objetivo da competição – que mesclava a história e os hábitos do povo daquelas ilhas com a esfera que servia como palco da trama – era acumular uma gama de cartas suficientes para dominar a Lua. Cada peça de papelão continha dados sobre o satélite e os seus habitantes, os nômades que o invadiam e os recursos bélicos utilizados pelos combatentes do Reino de Hina, a deusa da Lua na mitologia polinésia.
A tática dos jogadores consistia em descartar os exemplares alheios à sequência pretendida e conservar os que interessavam à formação serial almejada. Entusiasta das rodas de truco da época da faculdade, ele formulou o passatempo nerd inspirado no baralho ítalo-espanhol de quarenta cartas, sendo algumas representantes de armas e munições ou da geologia do orbe e outras de guerreiros selenitas e exploradores lunares.Clicando aqui, você lê o conto completo
A tática dos jogadores consistia em descartar os exemplares alheios à sequência pretendida e conservar os que interessavam à formação serial almejada. Entusiasta das rodas de truco da época da faculdade, ele formulou o passatempo nerd inspirado no baralho ítalo-espanhol de quarenta cartas, sendo algumas representantes de armas e munições ou da geologia do orbe e outras de guerreiros selenitas e exploradores lunares.Clicando aqui, você lê o conto completo


X
Sou malandro do bem
Vivo em paz, vivo zen
Sempre penso além
Amém, oxalá.
Sai pra lá todo mal
Etcétera e tal
Vou subir um degrau
Pra poder cantar.
A verdadeira malandragem é pensar
Que se faz hoje e amanhã receberá.
Sou do tipo cara esperto
Que só faz o que é certo
Com nome a zelar.
E recebo a recompensa
Bons amigos, vida intensa
E o amanhã virá...Clicando aqui, você lê a letra de música completa
Vivo em paz, vivo zen
Sempre penso além
Amém, oxalá.
Sai pra lá todo mal
Etcétera e tal
Vou subir um degrau
Pra poder cantar.
A verdadeira malandragem é pensar
Que se faz hoje e amanhã receberá.
Sou do tipo cara esperto
Que só faz o que é certo
Com nome a zelar.
E recebo a recompensa
Bons amigos, vida intensa
E o amanhã virá...Clicando aqui, você lê a letra de música completa





