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Biscoito da Sorte
Aceita um biscoito da sorte? É só clicar e descobrir a surpresa que tem dentro dele pra você!
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Depois de horas de palestra, fomos postos em fila, que terminava numa espécie de biombo. Atrás do tapume, teríamos a revelação sobre quem seria essa pessoa. Quem estaria lá? Nossos progenitores? Nossa paixão de infância que riu da nossa cara quando revelamos o nosso amor? O grandalhão que não nos deixava sair à rua, quando crianças? O examinador que corrigiu a nossa prova, quando prestamos vestibular pela primeira vez? O colega de trabalho que ficou com o cargo que almejávamos, logo no início da nossa carreira?

Não, nenhum deles estava lá. Esses, que vieram à nossa imaginação, estavam muito longe dali e, muitos deles, provavelmente, sequer lembravam-se da nossa existência ou, quem sabe, nem estivessem mais nesse plano físico carnal, apesar de continuarem a figurar como vilões no sistema de defesa que criamos para conjecturar que o culpado são os outros. Sim, porque há uma tendência natural do ser humano de acreditar que o mérito dos sucessos é nosso e o dos insucessos é alheio.Clicando aqui, você lê o texto completo
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Enquanto nenhuns deste segundo arquétipo de pessoas souberem que este ser aqui perde os seus desgraçados dias com bobagem, eu estou a salvo. O importante é fazer cara de inteligente pra ninguém descobrir que eu sou babaca. Tá bom, pateta, mas que picas é esse negócio de "segundo arquétipo de pessoas"? Ora... o primeiro sou eu...

Nas cacholinhas desastradas do segundo arquétipo não passa filme mais cult. Eles são tão bisonhos quanto eu. Quer ver só?

– Moça, você sabe onde fica o toalete?

– O feminino fica do lado do quiosque de esfiha.

Viu? Ela também pensa que é o centro do universo. E eu lá vou querer saber onde é a divisão de descarrego das vulvas? Não nesta encarnação...Clicando aqui, você lê a crônica completa
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Quer beber água quem comeu sal
Já lancei uma pá de cal.

Sobre tudo o que passou
Meu time nunca marcou gol
Não tenho time nem guarda-sol
Odeio crimes e futebol.
(Trecho da letra da música "Cavernas do Coração")
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Mas, agora, ele era um estrangeiro em Queenstown. Tomando o seu cappuccino com chocolate – antes de ir ao aeroporto e pegar o avião para o estádio de rugby e assistir a um jogo do All Blacks, seu time adotado para torcer neste esporte que ele aprendera a apreciar – devaneava sobre as estratégias mercadológicas que adotaria para aprimorar o seu supremo produto, o seu negócio mais próspero: um jogo técnico de cartas cujos personagens eram astronautas e monstros selênicos.

Assim como, na lonjura de sua extrema mocidade, não se contentou com os limites impostos pelos artefatos prontos e embalados que eram as bolachas de vinil multicromadas, atualmente, profissional bem sucedido da carreira de marketing, não se atinha aos marcos da categoria gerencial de otimização. A ele aprazia tecer planejamentos inventivos.Clicando aqui, você lê o conto completo
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Não havia vento nem mar
Pra ela mergulhar
Menina olhava ao redor
Estava pior.

O cheiro era forte, de mangue
Sem coisas mais belas
Renata olhava o sangue
Em suas canelas.

Por que você foi se cortar?
Santa inquisição
As esferas do seu colar
Rolando no chão.Clicando aqui, você lê a poesia completa
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Ainda quando eu estou atrasado para o trabalho, com muita pressa, não abro mão do meu ritual matutino diário de tomar café, na padaria. Considero primordial ver gente, mesmo tendo as minhas questões a solucionar e as minhas peculiaridades.

Enquanto levo a xícara à boca, olho para o infinito. Sim, infinito. Materialmente, esta suposta amplidão pode estar bloqueada por uma parede, com cartazes repletos de mulheres esbeltas e cervejas, mas a minha psique espectral transpassa-a.

Sou livre. E mesmo envolto em minhas quimeras, a visão periférica encarrega-se de capturar as demais insignes e seus respectivos desígnios.
Trecho do texto "O estadista, o mendigo e o poeta"
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